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O Trabalhador vs O empregador: Duas faces da mesma moeda

É salutar observar que se de um lado os trabalhadores estão sofrendo a perda abrupta dos seus postos de trabalhos, do seu sustento de outro lado, os empregadores não conseguem suportar a crise internacional, a alta valorização do dólar, a excessiva carga tributária e a enorme burocratização da contratação de mão-de-obra e tem fechado as portas.

Nessa labuta, uma coisa é certa: não há ganhadores.

Empregados e empregadores estão presos na mesma teia.

Sem empresas não há emprego.

Sem emprego não há trabalho.

Para os homens, que nos termos de Karl Max, vivem em torno de salario “...preço, não do trabalho, mas sim da força de trabalho” (MARX, 2013, 163p.) o fechamento de postos de trabalho é o mesmo que aniquilar qualquer fonte de subsistência.

E para as empresas, além do desastre econômico, não podem gerar oportunidades. E quando pior, não conseguem arcar com os direitos trabalhistas, encharcando-se a Justiça Laboral de demandas intermináveis.

Por tudo isso, para que se minimize os efeitos da crise dos postos de trabalho e torne menos gravosa o desempenho de atividade econômica é essencial a flexibilização das normas trabalhistas, autorizada pela Constituição Federal, mas muitas vezes anuladas pela Justiça do Trabalho. Que fique claro que, não há que se falar em precarização das condições laborativas, mas sim de uma evolução necessária ao futuro de todos!

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